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Dea Loher, dramaturga alemã em leitura e bate-papo na Biblioteca do Goethe-Institut Rio de Janeiro

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Dea Loher, dramaturga alemã com o maior número de encenações e escritora de prosa, lê trechos da sua obra Bugatti taucht auf e participa de bate-papo.

Bugatti taucht auf foi indicado ao Prêmio do Livro Alemão de 2012 e muito elogiado pela crítica. De destinos trágicos e de um tema pesado, Dea Loher “fez uma peça literária maravilhosamente leve” (SZ): “Um livro sobre o que une a nossa civilização e o que ela destrói. Um livro que não sai da cabeça” (Die Zeit). Dea Loher une dois círculos de ação baseados em fatos reais – um crime triste e um projeto incomum e altamente motivado: Durante o Carnaval de 2008 um jovem é provocado por um grupo de adolescentes em Locarno, espancado e morto. No entanto, é difícil uma reconstrução da ação com o quebra-cabeça de testemunhas e uma resposta à pergunta do que realmente (e por que) aconteceu – e, na melhor das hipóteses, o crime é parcialmente reparado. Então, um amigo da família da vítima busca um outro caminho. Ele se lembra do lendário naufrágio de um Bugatti, que há 75 anos se encontra no fundo do Lago Maggiore e planeja uma operação espetacular de resgate para lembrar o estudante morto, que era mergulhador amador. Com isso o mergulho nas profundezas (e nos seus próprios abismos) torna-se uma aventura com um desfecho incerto. Dea Loher, nascida em 1964 em Traunstein na Alta Baviera, estudou, após finalizar os cursos de Filologia Alemã e Filosofia em Munique, “redação cênica” com os dramaturgos Heiner Müller e Yaak Karsunke na Escola Superior de Artes de Berlim. Com suas 17 peças para teatro e mais de 300 encenações, Dea Loher está entre as dramaturgas alemãs mais bem sucedidas e encenadas da atualidade. Suas peças, dentre as quais, “Olgas Raum”, “Blaubart – Hoffnung der Frauen”, “Unschuld” e “Diebe”, foram traduzidas para 15 línguas. Prêmios não lhe faltam, entre eles, recebeu duas vezes o Prêmio Mühlheimer Theaterpreis. Em várias das peças de Dea Loher, crime e castigo, morte e luto são temas – também em seu romance de estreia, “Bugatti taucht auf”. Dea Loher vive em Berlim. Este evento faz parte do primeiro programa de escritor-visitante de língua alemã da América Latina, promovido pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com o apoio do Goethe-Institut Rio de Janeiro e do Deutscher Literaturfonds.

Serviço

Leitura e bate-papo com Dea Loher

Leitura

Sexta, 6 de dezembro, às 18:30h
Biblioteca do Goethe-Institut Rio de Janeiro
Rua do Passeio, 62 / 2° andar – Centro
Em alemão
Entrada franca e sem inscrição prévia
Tel.: +55 21 3804 8204
bibl@rio.goethe.org

 

Fonte: Goethe-Institut Rio

por Cláudio Barbosa

 

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