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“Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo” é o tema do livro lançado na 18ª Edição do Giro Cultural. E Sala de Cultura Leila Diniz traz peça teatral pela Infocus e livro infantil em lançamento

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SAM_0168O Grupo Mônaco de Cultura – Livraria Ideal e A Nova Imprensa Oficial – Sala de Cultura Leila Diniz, promoveram mais um evento cultural na segunda semana do mês de junho, sábado (08/06), a partir das 10h.

A 18ª Edição do evento Giro Cultural no centro de Niterói, trouxe mais um lançamento de livro na Livraria Ideal, sobre a administração do produtor cultural Carlos Mônaco e na diretoria da Nova Imprensa Oficial, Haroldo Zager. O Giro Cultural é um evento idealizado pela Nova Imprensa Oficial, com o apoio da Fundação de Arte de Niterói (FAN), Prefeitura de Niterói e TV Universitária da UFF (Unitevê).

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Este novo lançamento contou com a ilustre presença do Professor Doutor e Historiador Marcos Vinícius Macedo Varella com o livro “Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo – Resenha Histórica“. Marcos Vinícius é professor de História, formado em História pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) São Gonçalo, Pós Graduado em História; Mestre em História; e Doutor em História. E atualmente faz o curso de Antropologia na Universidade Federal Fluminense (UFF) de Niterói. Marcos V.M. Varella também é vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Niterói (IHGN); presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São Gonçalo (IHGSG); Membro da Academia de Letras de Niterói (ALN); Cenáculo Fluminense História e Letras; E presidente de Núcleo de pesquisa na (UERJ); com sua Pós-Graduação na (UFF) em História Antiga.

  • Giro Cultural

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Neste novo lançamento Marcos Vinícus Macedo Varella, contou com a presença de amigos, alunos e personalidades no campo Literário e Cultural de Niterói. O Professor lançou “Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo – Resenha Histórica“. Este lançamento foi de sua autoria com o apoio da Nova Imprensa Oficial e da Livraria Ideal, além da Prefeitura de São Gonçalo e amigos da cultura. O lançamento foi realizado às 10h da manhã com enorme público leitor.

“Agradeço aos amigos, minha família, aos amigos da Secretaria de Cultura, alunos presentes a este lançamento que está sendo tão importante para mim. Estamos com mais de 50 pessoas neste sábado aqui neste lançamento, e é claro que eu não poderia deixar de agradecer consideravelmente ao Carlos Mônaco, que além de apoiar a cultura em Niterói, fez a orelha do livro. Mônaco abre espaço aos pesquisadores. E é lógico, a biblioteca que mais adquire acervo, é a biblioteca dele. Além da Imprensa Oficial com Haroldo Zager e seu brilhantismo, pois sabemos que a cultura é a essência de um povo.”

A Obra

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A obra “Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo – Resenha Histórica” é o primeiro de quatro volumes sobre a história das Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo. E foi um pré-lançamento na Livraria Ideal no evento Giro Cultural. A obra foi impressa pela Nit-Press, com digitalização de Lucas B. Varella, editorial foi próprio de Marcos V. M. Varella (Subsecretário de Cultura e Turismo de São Gonçalo), revisão – Adriana Cláudia R. B. Varella, diagramação – Márcia Queiroz Erthal, fotografias – Secretaria de Cultura de São Gonçalo, contracapa- Carlos Mônaco, prefácio de Neilton Mulim – Prefeito de São Gonçalo. E apresentação Michel Portugal Jaegger – Secretário de Turismo e Cultura de São Gonçalo. São 100 páginas com 14 Igrejas e Capelas, dentre elas estão: Capela de São Gonçalo de Amarante; Igreja Matriz de São Gonçalo; Engenho Colubandê e a Capela de Sant’ Ana; Capela de Nossa Senhora da Luz; Engenho de Ipiíba de Malheiros e a Capela Nossa Senhora  do Desterro; Fazenda de Ipiíba do Dutra e a Capela N. Sra. da Conceição; Igreja Nossa Senhora de Fátima; Capela de Santa Rita de Cássia; Igreja de Nossa Senhora das Neves; e Igreja de Santo Antônio.

  • Entrevista

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“Eu não tenho religiosidade: Tenho fé no meu Deus.”

“São Gonçalo precisa de identidade, e isso não pode ser esquecido. E sabemos que a história é uma identidade. E o homem sem história, é um homem sem vida.”

  • Marcos Vinícius Macedo Varella foi o entrevistado para o Blog do Grupo Mônaco de Cultura no sábado (08/06), às 10h da manhã, na Livraria Ideal. Marcos contou sobre a sua participação no evento “Giro Cultural”, idealizado pela Nova Imprensa Oficial. Ressaltou sobre a importância do lançamento e a participação da sua esposa nesta obra. E finaliza estendendo seu trabalho para novas pesquisas e novos lançamentos para o próximo ano de 2014.

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Marcos Vinícius: Eu gostaria de deixar aqui os meus agradecimentos em especial ao Carlos Mônaco pelo apoio dado a este lançamento aqui na Livraria Ideal. Hoje tenho mais de 15 livros publicados com esse livro da história da minha cidade “Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo – Resenha Histórica”. E todos os livros que publiquei, tiveram a participação de Carlos Mônaco. Então fico muito feliz por isso.

Grupo Mônaco de Cultura: Como professor de História, você já havia feitos algumas pesquisas para iniciar essa obra? Ou já havia algum interesse em fazer algum trabalho para Igrejas de São Gonçalo. Isto é, já pensou em fazer algum trabalho para Niterói e São Gonçalo?

Marcos Vinícius: Sem Dúvida dos 15 livros que já tenho publicado, priorizei as Igrejas e Capelas Católicas de Niterói, juntamente com o Professor Salvador M. E como eu tive os meus primeiros passos acadêmicos em São Gonçalo, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), tive uma seleta  de vários amigos e companheiros historiadores lá. Desta forma, eu não podia deixar de fazer algo sobre São Gonçalo. E tenho uma média de cinco livros publicados sobre Niterói. E aproximadamente 10 de São Gonçalo. E entre os livros de Niterói, tenho “Igrejas e Capelas Católicas de Niterói”. Por isso, fiz um modelo para São Gonçalo que será o primeiro de quatro volumes sobre a História de São Gonçalo. Na verdade serão quatro volumes sobre a História de São Gonçalo. Inicialmente, com as Capelas e Igrejas mais antigas, depois vou colocar as outras em meu próximo trabalho para 2014.

Grupo Mônaco de Cultura: Você está fazendo um lançamento? Ou relançamento?. Conte-nos um pouco mais sobre a produção da obra.

Marcos Vinícius:  Na verdade, é um pré-lançamento na Livraria do Carlos Mônaco (Livraria Ideal), que é o baloarte da cultural fluminense. E Haroldo Zager em frente a Imprensa Oficial. E agradeço muito também ao jornal O Fluminense e ao Blog do Grupo Mônaco de Cultura pela divulgação do nosso trabalho. Sim, para ser mais claro, esse livro foi lançado pela São Gonçalo (Petras) e imprenso pela Nit-Press, e Erthal digitalização que foi feita pelo meu próprio filho, Lucas Varella. O Editorial foi meu próprio, por estar na função de subsecretário de cultura. E agradeço ao prefeito de São Gonçalo, Neilton Molin, por ter dado essa oportunidade a minha pessoa, confiando no meu trabalho. E por toda essa articulação que está sendo trocado por alimentos não-perecíveis para Jornada Mundial da Juventude (JMJ). E só para São Gonçalo irão mais de 20 mil peregrinos estrangeiros. Acima de tudo, todo o alimento 100% será recolhido e vai para a (JMJ).

Grupo Mônaco de Cultura: Acabamos de  pegar um depoimento com  a sua esposa (Adriana Cláudia Rosina Baptista Varella). Parece que a participação dela foi muito importante no seu trabalho como pesquisadora, auxiliadora e revisora. Conte-nos um pouco.

Marcos Vinícius: A minha esposa, além de fazer as pesquisas tem ajudado também nos textos. Ela tem me ajudado porque fiz o curso de Paleografia, e consigo compreender algo da literatura do século XVI, XVII, XVIII e XIX. Adriana que redige os textos enquanto falo. Isso porque fica complexo ler e escrever ao mesmo tempo. E me ajuda muito. Aliás, para se ter uma ideia, eu tenho pesquisado este livro faz 10 anos.

Grupo Mônaco de Cultura:Você teve algum contraponto quando buscava as informações  sobre as igrejas ou a religião católica. Referente à religiosidade ou até mesmo ser ou não católico?

Marcos Vinícius: Eu não tenho religiosidade: Tenho fé no meu Deus. E não sou ateu. Mas sou fiel ao catolicismo. E parabenizo hoje a própria dedicatória que fiz a Don Francisco, e gostaria de fazer outra dedicatória especial ao falecido saudoso Don Navarro, que me ajudou nas pesquisas. Ele abria a arquidiocese para eu pesquisar. E Don Alano que fez o prefácio do livro “As Igrejas e Capelas Católicas de Niterói”. A igreja sempre foi um marco importante, apesar de que muitos documentos foram deteriorados  em função dos próprios cuidados. Porém, tudo que eu pude pesquisar a igreja me cedeu, com isso fiquei muito feliz por não ter tido nenhum entrave na minha presença.

Grupo Mônaco de Cultura: Você disse que esse é o primeiro de quatro volumes, quer dizer então que você deu apenas um passo inicial com este primeiro lançamento. E ainda vai ter mais três sobre esse mesmo tema?

Marcos Vinícius: Os volumes nº II, nº III e nº IV, falarei de outras igrejas como fiz em “Igrejas e Capelas Católicas de Niterói”. Ali, nós temos uma média de 10 a 12 igrejas. O que acontece que vou relatando no próximo exemplar que serão 40 igrejas. E no outro mais com 40 igrejas também. E vou finalizar com o nº IV para não ficar muito cansativo para o leitor. Concluí o volume nº I com 100 páginas para o leitor não se cansar, devido a própria questão da internet e da literatura, que apresenta hoje uma diminuição de 36% do público leitor no Brasil. E isso é ruim par nós. Por isso fiz um livro com um número de páginas adequadas ao leitor.

Grupo Mônaco de Cultura: E no caso das imagens e dos arquivos, e a questão arquitetônica: Você achou que as igrejas estavam muito mal cuidadas, isto é, o material de imagens, fotos e arquivos foram difíceis para se conseguir? E você também registrou algumas imagens dos locais?

Marcos Vinícius: Essas imagens são da década de 70. E em grande parte são imagens antigas. Hoje, algumas dessas igrejas estão em bom estado e outras em estão em estado ruim. Mas nós temos que cuidar para preservar as que ainda existem. Por exemplo, a do Engenho Novo de Barão de São Gonçalonão existe mais. Ela foi tombada literalmente, mas não existe mais. Todavia, as outras são mantidas, inclusive, a de Malheiros, que eu gostaria de registrar uma preocupação especial. No caso dela, seria importante a preservação do patrimônio arquitetônico, pois devido ao crescimento urbano, o setor imobiliário tem crescido muito com sua especulação imobiliária, e acaba sendo demolido para construção de novos condomínios. E sobre as imagens, tenho uma amiga chamada Nilda, que me cedeu muitas imagens. Além disso, São Gonçalo tem muitos textos. Por fim, finalizamos a obra. E acho que foi em função do próprio povo de São Gonçalo. São Gonçalo precisa de identidade, e isso não pode ser esquecido. E sabemos que a história é uma identidade. E o homem sem história, é um homem sem vida. Portanto, gostaria de enviar um grande abraço ao secretário de cultura de São Gonçalo Michel Portugal, que considero meu segundo irmão e que me ajudou muito na elaboração desta obra.

Grupo Mônaco de Cultura: E sobre o “Giro Cultural”. O que você tem a nos acrescentar sobre esse evento. E sobre o que você tem mais a dizer de outros lançamentos. Há algum projeto que está vinculado a esse trabalho “Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo ou Igrejas e Capelas Católicas de Niterói” para ser comentado nesta entrevista?

Marcos Vinícius: A “Igrejas e Capelas Católicas de Niterói”  já fechei. Fiz as pesquisas e foram 119 igrejas, mas uma igreja que foge a essa de Niterói foi do Barreto, construído um pouco tempo depois do lançamento.  E como posso dizer, não tenho vontade de reeditar esse trabalho. No entanto, falei com Haroldo Zager para saber se há interesse da Imprensa Oficial imprimir para deixar disponível para a população. Se ele achar que pode dar esse apoio, ficarei feliz. Mas voltando ao “Giro Cultural”, acho que foi uma iniciativa de excelência da Imprensa Oficial, em criar esse trabalho. Hoje nós reunimos pessoas importantes no campo da literatura e que amam a literatura, pesquisa, história, município de Niterói, região fluminense etc. Em parte, teremos ainda o teatro, e logo irei para lá, na Sala de Cultura Leila Diniz. Acho importante para a sociedade ter cultura de forma ampla. Temos tanta crítica ao governo do estado, mas devemos apontar para essas outras iniciativas, que podemos elogiar.

  • Depoimentos

 

Adriana Claúdia Rosina Baptista Varella, esposa de Marcos Vinícius Macedo Varella:

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“Trabalhamos em conjunto e Marcos já possui vários livros publicados. Neste, “Igrejas e Capelas Católicas de São Gonçalo – Resenha Histórica“, sou revisora. E outros como pesquisadora. A cada dia que temos um trabalho, temos conteúdo e informação, e tenho feito todo o trabalho das pesquisas.”, conta.

Carlos S. Mônaco, produtor cultural e bibliógrafo da Livraria Ideal:

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“Fiz a aba do livro com maior satisfação. Marcos é uma personalidade respeitada em São Gonçalo e Niterói.”, afirma.

“Através deste trabalho inicial, espero possibilitar a publicação dos próximos volumes da coleção, visando dar continuidade a História das Igrejas e Capelas de São Gonçalo. Fazendo com que realmente todo material de resgate de um povo seja considerado como a mola mestra para a base cultural e social de toda uma sociedade.”, conclui Marcos Vinícius Macedo Varella, autor do livro.

  • Sala de Cultura Leila Diniz

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Após amigos e leitores prestigiarem o autor em lançamento na Livraria Ideal, Marcos Vinícius Macedo Varella, é a vez da Sala de Cultura Leila Diniz abrir as suas portas para o espetáculo “Os Três Porquinhos” pela Cia Infocus, às 12h.

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César Cavalcanti, produtor da Infocus Cia de Teatro disse que pela segunda vez tem gostado de apresentar a peça infantil no espaço cultural. E que a Sala de Cultura está cada vez mais cheia de crianças: “Estamos aqui pela segunda vez. E é um prazer estar aqui neste espaço maravilhoso. Vemos cada vez mais crianças que tem interagido muito. E estamos fazendo em julho 41 anos  de teatro. Estamos muito felizes com toda essa realização.Além de perceber que aqui na Sala de Cultura Leila Diniz o público participa cada vez mais. Acima de tudo, temos sido acolhidos muito bem, e as pessoas se sentem bem aqui, como uma verdadeira casa de cultura.”

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Elisangela Fernandes Santos, do lar (51) anos, com seu filho Eduardo Teixeira  de (08) anos (especial), vieram prestigiar o espetáculo e gostaram tanto que estarão nos próximos eventos de teatro infantil. “Dudu é especial e tem paralisia cerebral. Mas tem sua parte cognitiva completamente preservada. Só não tem coordenação motora. Mas interage como as outras crianças e gosta muito de teatro. Desde os 08 anos de idade que ele é apaixonado pelo Teatro. Dudu reconhece a peça e sabe que é a peça do lobo mal. E eu como mãe, estou muito encantada com a estória do “Os Três Porquinhos e o Lobo Mal’. Estou muito feliz por ver meu filho feliz. E já peguei a programação para o próximo mês.”, diz.

  • Novo lançamento

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Aproveitando o evento “Giro Cultural”, a Imprensa Oficial, junto à Sala de Cultura Leila Diniz, lança mais uma obra infantil da jornalista e publicitária Cláudia Cataldi“O Sol que queria nascer de noite”.

Cláudia Cataldi, atualmente apresenta um programa na Rede Bandeirantes de Televisão – Responsa Habilidade – Há 06 anos no ar, o qual idealizou e produziu entrevistando personalidades que contribuem para feiura  de um mundo melhor. No rádio, Cláudia apresenta um programa que leva seu nome na Rádio Fluminense, e participa como debatedora de outros tantos. Mestranda em Ciência Política e Relações Internacionais pelo IUERJ. É casada, e mãe de dois meninos.

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“Sou jornalista e apresento um programa de TV sobre Responsabilidade Social na TV Bandeirantes. E também na Rádio Fluminense. Lancei este livro porque o fiz aos seis anos de idade.  E resolvi lançar agora por causa dos meus dois filhos (Claus e Luca). Eles gostavam muito da leitura do livro. E vi que era um livro sonoro à crianças. Acima de tudo, gostaria de estimular outras pessoas a fazer o mesmo”, explica.

Dedicatória aos filhos.

À Claus e Luca, meus amados e lindos filhos, que me fizeram ver o quanto essa obra é sonora e se encaixa no ideário infantil, pois só dormiam depois que eu findava a última página. E a meu marido, Christino Áureo, a quem ouso chamar de co-autor, afinal, sem seu amor não poderia ter esses “mini editores”

Entrevista: Cláudio Barbosa

Fotos: Cláudio Barbosa

Texto: Cláudio Barbosa

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