Revista Eletrönica Null / EMagazine Null

A Revista com a escrita certa do Brasil e do Mundo para bons leitores brasileiros e estrangeiros. / Die Zeitschrift schriftlich mit einigen von Brasilien und der ganzen Welt für gute Leser Brasilianer und Ausländer.

12ª Edição do Giro Cultural têm relançamento do autor Gilson Rangel Rolin “Puxando Conversa”, e enorme público na Sala de Cultura Leila Diniz com a peça teatral “O Casamento da Dona Baratinha”

Nessa 12ª Edição do Giro Cultural, Gilson Rangel Rolin foi o autor que teve o prestígio de relançar a sua obra “Puxando Conversa” na Livraria Ideal do Grupo Mônaco de Cultura. O autor teve um manhã de autógrafos, recebeu amigos e participou do evento promovido pela Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro. Gilson, iniciou sua carreira a partir dos anos de 1960 como escritor e, foi a a partir de 2004, que  começou a lançar suas obras literárias. O autor teve como inspiração o pai que o introduziu na carreira literária – De Azevedo Rolim – escritor de várias obras importantes citados por Gilson. O escritor contou também sobre a obra que relançou – Título; Obra; Narrativa; E Inspiração.Para o relançamento estiveram presentes no evento Luís Antônio Pimentel – presidente do Grupo Mônaco de Cultura e haicaísta; Aníbal Bragança, professor e historiador; Cristhina Ramos – produtora de eventos; Bruno M Pessanha – escritor e agrônomo; E outros que puderam saudar o relançamento do autor.

O circuito que é feito a pé pelo cidadão, iniciou na Livraria Ideal às 10h e, terminou na Sala de Cultura Leila Diniz, às 12h com o início da peça de teatro “O Casamento da Dona Baratinha“, realizado pela Cia de Arte Corpo Teatro e Cia.

A Sala de Cultura Leila Diniz foi aberta para pais e crianças que tiveram uma tarde de muita alegria e participação na peça teatral. Além de tirarem fotos com os atores Rachel Palmerin (Dona Baratinha-noiva) e Reynaldo Dutra (Don Ratão-noivo), vestidos de noiva e noivo.

  • O Escritor

Gilson Rangel Rolin, tornou-se escritor depois de se aposentar. Anteriormente era profissional de contabilidade. Na mesma direção, teve como inspiração seu pai que era escritor, e lançou muitas obras. Gilson fez crítica de cinema em Niterói. E trabalhou nesta área. Posteriormente, começou a escrever temas diversos como poesia, que era publicado no antigo suplemento do O Fluminense, chamado Prosa e Verso. Era uma página dirigida pelo escritor Sávio Soares de Souza e um acadêmico, mebro da Academia Brasileira de Letras (ABL).
Em 1988, teve publicado o primeiro livro “Alguns Versos Alguma Poesia“. E após, publicou livros no formato “Processo Caseiro – Livros Artesanais“. E a partir de 2004, publica o livro “O Tempo Nem me Viu Pensar”, livro já no processo industrial. E daí por diante teve outros lançamentos como: “Os Momentos”, em 2006; “Os Simples Cursos D’água”, em 2008; “Estação 80″, em 2009; “Na Poeira do Tempo” em 2010; E “Puxando Conversa”, que foi lançado em 2011, e que o autor relançou no evento Giro Cultural, realizado no último sábado (10/11) às 10h.

O autor é membro da Academia Niteróiense de Letras (ANL); membro da Academia Brasileira de Literatura do Rio (ABL – RIO). E também participa da Associação Niteróiense de Escritores (ANE). É natural do Espírito Santo, da pequena Mimoso do Sul, onde nasceu em 1929. de onde é, também, o poeta
De Azevedo Rolim, seu pai, de cujo talento literário se apropriou de parte.

  • O Livro – Puxando Conversa

Segundo o escritor é um conjunto de estórias  anotandos ao longo da vida, e foi escrito em estórias. E uma das estórias do livro, chama -se Puxando Conversa. O livro não possui um público alvo. Os textos são completamente desligados um dos outros. E não há temática. O humor vem às vezes, em função da própria narrativa, mas tudo é ficção. O livro, constituem um conjunto de histórias singelas que  não têm preocupação de análise psicológica de personagens, nem de profundas considerações filosóficas. O leitor encontrará o que é comum às pessoas comuns: um pouco de drama, alguma comédia, ás vezes fantasia.

“É uma estória simples de um cidadão que gostava de pegar o telefone, aleatóriamente e ligar. E se a voz feminina atendesse, ele arranjava um jeito de puxar conversa, e via se conseguia fazer alguma coisa com isso. E a estória conta um quadro nesse sentido. Mas o cara se decepciona  conforme está escrito. Aí só lendo a estória para saber”, conta o escritor Gilson Rangel Rolin.

  • O Título

Na Sobre capa do livro tem a justificativa:

“O autor Admitindo que sejam contos,  as histórias incluídas neste livro, enquadro-me na definição dada por Mário de Andrade, segundo o qual, “é conto tudo o que o escritor chamar de conto”. Cheguei a pensar num subtítulo para este “Puxando Conversa”, a primeira lembrança foi “Histórias Ordinarias”. Dei-me conta, no entanto, com a ajuda da memória.  De que esse era o título publicado nos anos de 1960 pelo escritor e jornalista Herberto Sales. Assim, para evitar qualquer insinuação de plágio, mesmo convicto de que as minhas são também histórias ordinárias, omiti o subtítulo. No final Gilson faz uma ressalva a pessoas que o ajudaram na elaboração da obra.

  • De Crítico de Cinema a Escritor

De acordo com o escritor, a estória de crítico literário foi bem engraçada. O prestigiado autor sempre gostou de cinema. Teve muito conhecimento de história do cinema. Em certa ocasião, telefonou para um jornal de Niterói que havia publicado um determinado texto de cinema, que tinha lido no jornal “Última Hora“, jornal da época. Então o escritor telefonou para o jornal “O Diário do Povo“, e conversou com o redator responsável: “Estou lendo aqui um texto do crítico de cinema, e vocês não dizem o que é que é uma transcrição. Se vocês me disserem o que é uma transcrição fica tudo bem. Vocês não dizem nada, parece que o negócio foi nascido na sua Redação.” . Em resposta, o chefe-redator disse: “Sabe como é, o nosso jornal não tem muito recurso. Então agente põe o negócio e tira do outro. Cola e tal”. E em seguida o mesmo chefe perguntou a Gilson se gostava de cinema: “Você gosta de cinema? “. Gilson Respondeu: “”Gosto. E sou interessado por cinema, sou um estudioso em cinema”. E logo seguiu o convite: “Você não quer ser crítico de cinema aqui?”. Gilson respondeu: “Tudo bem. não é a minha atividade profissional. Meu ganha pão é outro. Mas gosto disso. Posso escrever algumas críticas de cinema para vocês sem problema algum. ” Então o escritor passou a escrever no jornal chamado “O Diário do Povo” nos anos de 1950.

Outra ocasião foi quando Carlos Couto organizou e 1960 um tablóide, jornal semanal “Praia Grande Revista“, junto ao “Falcão”. Carlos Couto, sabendo que eu tinha afinidade com cinema, convidou-me para fazer crítica de cinema para Praia Grande Revista, e durante 1 ano ou mais, o autor escreveu para o semanal de Carlos Couto. “Minha transição para escritor ocorreu na década de 1960, quando tive alguns textos publicados pelo jornal “O Fluminense”, que era dirigido por  Sávio Soares Souza. E daí por diante comecei a escrever. E quando deixei a minha atividade profissional, a empresa que eu trabalhava teve a gentileza de me oferecer a publicação dos meus trabalhos. E fiz a dedicatória a empresa em 1988, que publiquei “Alguns Versos, Alguma Poesia”.

  •  A Inspiração para Escritor

Gilson R. Rolim explicou como teve a inspiração para escrever  e para ser escritor. E informou que seu pai contribuiu muito para a área literária com muitas obras importantes. Além de escrever artigos: ” Faço questão de reconhecer a influência de meu pai na minha atividade literária, De Zevedo Rolin. Era um homem estudioso. Escreveu “O Rio Doce“, poema que dá nome a uma das maiores empresas brasileiras “Vale”. Esse poema é uma particularidade, porque quando eu tinha 17 anos, comprei o papel para esse livro ser impresso no jornal “A Semana“. Posteriormente, meu pai escreveu outros livros: “Pelos Caminhos do Brasil“; E “Transbrasiliana” que é a história da construção da Rodovia Belém-Brasília. Escrito em 1950, e foi aceito pelo Departamento Nacional da Estrada da Rodagem. Meu pai foi articulista. E escreveu muitos artigos em jornais. Enfim, teve uma vida muito interessante na área literária”.

  • O Giro Cultural

Gilson afirmou que sempre participou do Giro Cultural e, que o evento é importante para a cidade e para a cultura de Niterói: “Falei na Tv – UFF – que o evento é muito importante, e que é uma promoção que se faz na divulgação cultural da cidade de Niterói. Tenho acompanhado várias vezes. Vou na Rodoviária e na Imprensa Oficial. Estou sempre participando do propósito”.

Após a manhã de autógrafos na Livraria Ideal com o escritor Gilson Rangel Rolin no relançamento do livro “Puxando Conversa“, o público pode conferir na Sala de Cultura Leila Diniz o espetáculo infantil de  teatro “O Casamento da Dona Baratinha“. A Sala de Cultura lotou de pais e crianças interessados em assistir a peça infantil tão esperada e tão divertida.

  • A peça de teatro “O Casamento da Dona Baratinha”

A peça O Casamento da Dona Baratinha, conta a estória de uma barata que varre sua casa e cozinha. E um dia acha um vintém. A partir daí, compra uma fita para o cabelo e canta: “Quem quer casar com Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha. E surgem muitos pretendentes. Entre eles, o cão e o Dom Ratão que enfim, casa-se com a Dona Baratinha.”

Os atores, Rachel Palmerin, que contracenaram a Dona Baratinha e, Reynaldo Dutra que fez o papel de Sr Cachorro e Dom Ratão – noivo da Dona Baratinha, mostraram muita simpatia e alegria com a ajuda das crianças ao contar e cantar as músicas na peça. O teatro lúdico foi muito empolgante pais e crianças que não conhecima a estória de O Casamento da Dona Baratinha.

Rachel Palmerin, atriz e produtora de eventos disse que a interação das crianças contribuiu muito para a estória infantil. E também que a participação do público infantil ajuda no trabalho pedagógico com a moral da estória:  “Hoje as crianças interagiram bastante conosco. Acho bom, e muito legal porque mostra que estão entrando na estória. E estão ligados no que está acontecendo na peça de teatro, e isso, trazemos muito na Cia. Acredito que as crianças vão levar para casa “O Casamento da Dona Baratinha”. Somos formados  e  somos atores profissioais. Buscamos atingir pais e crianças. Sabendo o nosso limite aqui no palco. E com isso, ganhamos no trabalho pedagógico que levamos o ensinamento e a moral da estória. Enfim, nós mostramos a situação e a criança acaba dando a opinião dela. Isso que é interessante.”

A atriz, Rachel Palmerin disse que a mudança da peça infantil do Giro Cultural que acontecia no Terminal da Rodoviária Roberto Silveira para a Sala de Cultura Leila Diniz foi importante para o teatro e a realização do Giro Cultural. E acrescentou um convite para o público vir novemente assistir no próximo evento: “Achamos muito interessante essa mudança para a Sala de Cultura Leila Diniz, porque na Rodoviária, tínhamos um espaço muito representativo e tinha uma coisa legal que era o público volante/passante. Mas uma coisa que não não favorecia era a comodiadade para as próprias pessoas, para a plateia e para os atores. Acho que tem um pouco mais de magia do Teatro. Temos feito a parceira da Cia com a Imprensa Oficial desde o início do ano. Acho que Niterói precisa disso também, principalmente o centro de Niterói que tem pouco teatro. Aguardaremos mais público. E esperamos muito sucesso no próximo e, quem sabe uma sessão dupla para todos que estão convidados para o Giro Cultural de dezembro, na segunda semana do mês.”

Entrevista: Cláudio Barbosa

Fotos: Cláudio Barbosa

Texto: Cláudio Barbosa

Fonte: (http://grupomonacodecultura.wordpress.com)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Principais acessados

  • Nenhum

Revista Eletrönica Null

Revista Eletrönica Null

Digite seu e-mail para receber notificações em seu correio eletrônico.

Junte-se a 126 outros seguidores

Sally's Serenity Spot

My Spiritual Journey

The WordPress.com Blog

The latest news on WordPress.com and the WordPress community.

%d blogueiros gostam disto: