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Orquestra de Câmara Polonesa – Capella Bydgostiensis se apresenta no Rio de Janeiro sobre a regência de um dos maiores maestros do mundo, o Brasileiro-polonês José Maria Florêncio.

A Capella Bydgostiensis está em apresentação no Brasil com intensa programação em São Paulo e Rio de Janeiro com a sua chegada a partir do dia 30 de julho de 2012. A Orquestra da Câmera Polonesa já se apresentou em vário lugares de prestígio na Europa e na América Latina, entre alguns,  o Conservatório da Orquestra Filarmónica Nacional de Varsóvia; Tchaikovsky em Moscou; Schauspielhaus em Berlim; Schloss Mirabell em Salzburgo; o Palácio Real de Estocolmo; El Escorial- Espanha; Salão em Utrecht; Rádio da Holanda; o Castelo Real em Varsóvia; Leopoldino Hall, em Wroclaw; Lviv Philharmonic, etc. Um dos maiores maestros brasileiro-polaco é o chefe condutor da Capella Bydgostiensis. José Maria Florêncio nasceu no Brasil, mas há muitos anos tem sido um cidadão polaco. O seu portfólio artístico é composto por muitas estreias de obras de música contemporânea, incluindo estreias mundiais de óperas como: Electra por Mikis Theodorakis e Olga por um compositor brasileiro; Jorge Antunes, bem como Cantata Holocausto por Marta Ptaszyńska ou performances de estreia da música escrita por compositores de vários países (por exemplo, Polónia, França, Israel, Brasil) dedicados pessoalmente a ele. As apresentações seguem ainda este mês no Rio de Janeiro. E em passagem pela Rádio MEC FM na última terça-feira (31), o maestro brasileiro-polaco, José Maria Florêncio e a violinista, Maria Fernanda Krug  concederam uma entrevista exclusiva para a Revista’s Eletrônica Fatos.

  • A Orquestra Capella Bydgostiensis

A Capella Bydgostiensis é conhecida por ser uma das principais Orquestras da Câmara Polonesa. Ela estreou em 1962. Nela, já exerceram como diretor artístico alguns nomes de alto valor na música: Stanislaw Gałoński; Vladimir Szymanski; Karol Teutsch; Daniel Stabrawa; Miroslaw Jacek Blaszczyk e Wieslaw Kwasny, e agora trabalha regularmente com a Orquestra, José Maria Florêncio. Capella Bydgostiensis é uma das mais importantes em polaco e europeu, pois possuem o prestígio de apresentação em locais como o Conservatório da Orquestra Filarmónica Nacional de Varsóvia; Tchaikovsky em Moscou; Schauspielhaus em Berlim; Schloss Mirabell em Salzburgo; o Palácio Real de Estocolmo; El Escorial – Espanha; Salão em Utrecht; Rádio da Holanda; Castelo Real em Varsóvia; na Leopoldino Hall; em Wroclaw;e  Lviv Philharmonic. Entre os maestros convidados e solistas da equipe são: Ewa Podles, Wanda Wiłkomirska, Roman Jablonski, José Maria Florêncio, Garry Karr, Wieland Kuijken, Konstanty Andrzej Kulka, George Malcolm, Takao Ukigaya, Paul Przytocki, Paul Esswood, Peter Pławner, Krzysztof Jakowicz, Ewa Pobłocka, Waldemar Malicki, Tomasz Tomaszewski, Jan Stanienda e outros. O repertório diversificado da Orquestra inclui diferentes idades e estilos musicais – do barroco ao contemporâneo. Capella Bydgostiensis fez inúmeras gravações para as etiquetas polonesas, holandesas, espanholas, bem como gravações de rádio e televisão. Para projetos mais recentes da orquestra é uma turnê de três semanas no Brasil, que incluiu 11 shows (julho-agosto de 2012, São Paulo e Rio de Janeiro). Esta é a quarta visita ao Brasil.

  • Apresentações

A Capella Bydgostiensis já visitou, no Brasil, lugares tais como: Teatro-Itapetininga Sesi, Dr. Neto Losso Teatro – Piracicaba, Sesi Teatro – São Bernardo do Campo, Theatro Municipal – Rio de Janeiro, Auditório do Museu de Arte – São Paulo, Estado Teatro – São José dos Campos, Teatro Carlos Gomes – Vitória, Domingos Martins, Teatro Municipal de Sylvia Alencar Matrheus – Vinhedo.

  • Membros da Orquestra
  • Chefe-Condutor
  • José Maria Florêncio
  • Violino

Waldemar Kośmieja – concert master
Elżbieta Biskupska
Joanna Radzińska
Grzegorz Kujawa
Jolanta Mrowińska
Artur Wrembel
Ewelina Piórkowska-Jankowiak*

  • Viola

Zbigniew Milewski
Agnieszka Czupryńska-Kurzawa
Iwona Wasilewska

  • Violoncello

Małgorzata Węglerska-Posadzy
Andrzej Syty

  • Double-bass

Mieczysław Ćwikliński

  • Clavecin, Organ

Małgorzata Pałac-Gruszczyńska*

  • WOJCIECH KILAR

José Maria Florêncio frisa que faz três semanas atrás que fez um concerto em homenagem aos 80 anos da obra de WOJCIECH KILAR, com obras vindas para o cinema. “Killar é um compositor de vanguarda, um compositor realmente de Sala de Concerto. No entanto, grande parte de sua obra é música ilustrativa. Vemos isso na sua obra e música. E todo o programa foi transmitido ao vivo pela TV Polonesa com a grande a Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio de Kar-Topic, que é a melhor Orquestra da Polônia. Com isso, já gravei várias obras de WOJCIECH KILAR na Rádio e também gravei para TV. Killar é um compositor perfícuo dentro do cenário da composição polonesa, e como sabemos é muito rico. Já que é de épocas bem remotas, conhecidas como Chopin, Stojowski, Szymanowski, e tantos outros nomes que hoje preenchem as principais Salas de Concertos de todo o mundo, e cada vez mais também do Brasil.”

  • Os CDs em lançamento com música brasileira e polonesa.

De acordo com o maestro da Capella Bydgostiensis, na primeira parte foi lançado um Cd só de música brasileira. E a segunda parte, vai ser lançado um CD só de música polonesa com a Capella Bydgostiensis, Artinvest, maestro José Maria Florêncio e Maria Fernanda Krug, nas duas medalhas da nacionalidade do maestro, brasileiro de nascença e polonês de adoção. O disco gravado tem obras de Nepomucemo, Nobre, Beethoven Cunha, Ernanni Aguiar e Ernest Mark. Todas obras originais da Orquestra de Câmara.  “Acho que vale a pena adquirir uma obra diferente do que existiu até hoje, internacionalmente conhecido e vendido em todo o mundo. Temos que valorizar a música brasileira porque é de extremo valor imensurável.”, afirma José M. Florêncio, o maestro da Capella Bydgostiensis.

  • Entrevista
  • Entrevista exclusiva com o Maestro Brasileiro-Polonês José Maria Florêncio  e a violinista Maria Fernanda Krug para a Revista’s Eletrônica Fatos:
  • Maria Fernanda Krug
  • (R.E-Fatos): M.  Fernanda Krug, conte-nos um pouco sobre sua carreira e sobre o seu trababalho realizado hoje (31) na Rádio MEC FM.

  • M. Fernanda Krug: “Iniciei minha carreira com 7 anos de idade. E já com 13 anos resolvi que queria tocar violino. Estudava 6 h por dia em Piracicaba – São Paulo. E a partir dos 13 anos de idade, todo sábado, ia para capital paulista ter aulas com Elisa Fukuda. Paralelamente, Elisa foi minha mãe. E em 1999 ganhei um prémio “Eliazer de Carvalho”, em Campos do Jordão como violinista que mais se destacou. Foi graças a esse prémio que fui para a Europa. lá tudo mudou, e minha vida ficou mais dinâmica. Entrei em duas escolas “Colônia -Alemanha e na Academia Walter Stanffer em Cremona”, tocando na Orquestra de Câmara na Áustria. Com isso, viajei muito devido a Orquestra tocar no mundo inteiro. E voltei ao Brasil pelo um convite do Theatro Municipal. Desde então, tenho participado de vários recitais. E surgiu essa oportunidade de tocar com a Capella Bydgostiensis. Todavia, já tive a oportunidade de tocar com a Capella antes. E José M. Florêncio já foi maestro da minha Orquestra anteriormente, na Orquestra Municipal de São Paulo. Enfim, essa experiência foi maravilhosa. E tocar aqui nessa gravação foi maravilhoso. O trabalho do maestro é respeitado e só tenho a agradecer.”, diz a violinista.
  • Perfil de Maria Fernanda Krug violino (Brasil)

Segundo o Interartmúsica, Maria Fernanda Krug iniciou seus estudos de violino aos 7 anos com sua mãe, Maria Lúcia Krug na Escola de Música de Piracicaba. Aos 13 anos continuou seus estudos com a violinista Elisa Fukuda, em São Paulo. Entre 1998 e meados de 2000, foi orientada pela violinista búlgara, Evgenia-Maria Popova na Escola de Comunicações e Artes – USP.
Recebeu o 1º prêmio no Concurso Jovens Instrumentistas do Brasil em 1993 e 1995 e neste último, recebeu também o Prêmio de Melhor Intérprete de Música brasileira.

Em 1999, ao participar do Festival de Inverno de Campos de Jordão, recebeu o Prêmio Eleazar de Carvalho como a aluna que mais se destacou naquele festival, o que proporcionou sua ida à Europa em 2000, onde ingressou na Escola Superior de Música de Colônia e na Academia Walter Stauffer em Cremona, na classe do violinista Salvatore Accardo, desde então, seu professor.

Participou como solista de diversas orquestras brasileiras como Camerata Fukuda, Orquestra de Câmera de Blumenau, Orquestra de Câmera UNESP, Orquestras de Câmera e Sinfônica da Escola de Música de Piracicaba, e Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo.

Em 2001, ingressou na Orquestra Salzburg Chamber Soloists, participando de concertos na Áustria, Holanda, Itália, Líbano e Finlândia. Foi solista dessa orquestra em turnê no Japão em 2002 e com a Kremlin Chamber Orchestra em São Paulo em 2003.

Desde novembro de 2003, Fernanda é membro do Quarteto Camargo Guarnieri, juntamente com a violinista Elisa Fukuda , o violista Renato Bandel e o violoncelista Raiff Dantas Barreto.

Maria Fernanda Krug está na programação da Série Concertos Dominicais dos Concertos BankBoston 2004.

  • Maestro José Maria Florêncio.

  • (R.E-Fatos): Como foi a formação da Capella Bydgostiensis?

Maestro: Eu não havia nascido ainda. Essa Orquestra já existe há mais de 50 anos. E já tocaram muitos maestros famosos na história da Regência Polonesa. Vemos realmente, que ocupa um lugar de muita importância no cenário artístico polonês. A Capella tem participado de todos os festivais tanto na Polônia quanto em outros lugares do mundo. Entre alguns lugares importantes foram: Conservatório de Moscou; Palácio Real de Madrid; Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de São Paulo. É uma Orquestra de grande tradição, com mais idade do que o trabalho que realizamos juntos, pois faz cinco anos que temos estado juntos nesse trabalho. Tenho realizado esse trabalho junto a outros. Ao mesmo tempo que eu estava trabalhando com a Capella, fui diretor titular do Theatro Municipal de São Paulo, minha ponte aérea. A Capella Bydgostiensis é um grupo muito importante para mim. E nunca havia pensado que dirigiria uma Orquestra de Câmara como esta. De fato, sempre fui ligado à música monumental, sinfônica, operística e ballet.  Portanto, essa Orquestra foi realmente um bom presente para mim, isto é, tem me ensinado a tratar com muito mais seriedade muitos detalhes considerados insignificantes, diria. O que se torna importante na performance com melhores grupos.

  • (R.E-Fatos): Qual é a diferença do público da polônia para os outros lugares de apresentação como Berlim, Moscou, Espanha, Áustria, Suécia e Holanda?. E se há alguma diferença para a América Latina?

Maestro: “Não se pode generalizar nenhum país ou lugar. O que há de diferente, é se o público tem mais acesso ou não a cultura. Ou seja, se é mais educado culturalmente, artisticamente e musicalmente, ou se é menos educado. O brasileiro em geral, é uma pessoa emotiva, que entende a música no estado nascende. Visto que é um ouvinte  que se emociona com o que ouve. Por outro lado, o europeu em geral, é uma pessoa que conhece muito bem o musical. E primeiro lugar, ouve e entende a obra para depois pensar em se emocionar. É algo que exige muito mais refinamento. Portanto, o bom mesmo da história é tocar para muitas pessoas em locais diferentes. E não há diferença no que fazemos. O que fazemos é tocar fundo, e no fundo do coração das pessoas para mudar o mundo. Isso é o que interessa ao artista. O que o povo entende ou não o que fazemos, são somente crenças diferentes.”, informa o maestro.

  • (R.E-Fatos): Sobre a sua dupla nacionalidade. Pode nos contar um pouco mais da sua história? Pois sabemos que mora na Polônia faz 26 anos.

Maestro: “Sou um brasileiro nascido em Fortaleza – Ceará- Brasil. E aos 16 anos de idade, sai de Fortaleza como violinista para ser músico na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais – Belo Horizonte. Lá, fiz estudos musicais tanto na Viola quanto na Regência. E a partir daí criei a minha própria Orquestra, atuando como solista. E considero uma das Orquestras mais importantes deste país. Fiz um curso em Nova York e em Viena. Estudava regência na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com o saudoso maestro David Machado, quando recebi uma bolsa de estudos para ir para a Polônia. Estava apenas com 23 anos de idade. Terminei o meu curso de nível de mestrado com medalha de ouro, como o único estrangeiro com mais de 300 anos de história da Academia de Música Fréderic Chopin. E imediatamente iniciei uma carreira na Polônia, que se tornou uma carreira mundial, ou seja, as coisas soam fáceis e simples, mas não foi fácil e nem simples. A Europa é muito difícil, e há muita gente competente e talentosa. Ser maestro na Europa ou no Brasil não é diferente, trabalhamos da mesma forma.”, explica o brasileiro-polonês.

  • (R.E-Fatos):  Como é a interação com a Capella?

Maestro: Essa é a minha Orquestra. Acho que eles me conhecem mais do que a minha própria mãe. Eles sabem de tudo: O dia que estou mais nervoso, ou o dia que estou mais quieto, mesmo apesar de eles estarem sempre disciplinados. Assim,eu os conheço muito bem. Acima de tudo a música que fazemos é resultado de uma confiança mútua. E as exigências são bem profissionais, quer dizer, eles exigem  de mim e eu deles. Trabalhamos cada nota. E às vezes, é um trabalho que leva atrito, desentendimento, mas é também, um trabalho que leva emoção. Esse é o trabalho que fazemos na Orquestra Capella Bodgostiensis.

  • (R.E-Fatos): Considerações finais sobre todo o trabalho realizado.

Maestro: “Eu diria que a música é o melhor caminho para o ser humano entender realmente o que é mais importante na vida. É através da música que nós podemos mesmo entender qual é o caminho para o homem entender a Deus, e Deus encontrar o homem. E muitos problemas indefinidos e filosóficos que existe em muito ser humano. “Por que estamos aqui?; Para quê?; E para onde vamos?;”. A música nos ajuda a entender tudo isso com muita profundidade e muita naturalidade. A música boa tem profundidade. E vemos que A Orquestra Brasileira precisa estar mais presente. Tudo tem que acontecer mais. As Orquestras precisam melhorar mais. A música não pode ser um produto marginal, dedicado a poucas pessoas de elite.  E acima de tudo, a música tem que te uma linguagem dedicada e dirigida a todos para que o Brasil possa se tornar um país de verdade.”, finaliza José M. Florêncio.


  • Perfil do Maestro José Maria Florêncio

De acordo com o portal da Filharmonia Pomorska, José Maria Florêncio nasceu no Brasil, mas há muitos anos tem sido um cidadão polaco. Ele começou sua educação musical em sua casa na cidade de Fortaleza e continuou na Universidade de Minas Gerais em Belo Horizonte. Posteriormente, completou uma série de cursos de mestrado em sua pátria, na Juilliard School of Music de Nova York, Musikhochschule em Viena e o Fryderyk Chopin, Academia de Música de Varsóvia, onde ele completou seus estudos na Faculdade de Composição, Regência e Teoria de Música na classe Henryk Czyz ao receber notas altas. Depois que veio para a Polônia (1985), quase que imediatamente olhou uma carreira ativa como maestro. Era um maestro convidado da Sinfônica e muitos concertos de Câmara, bem como a ópera e o ballet em quase todas as instituições musicais do país e em muitos países da Europa, ambas na América e Ásia. A performance do artista recebeu aplausos entusiasmados da plateia e lhe rendeu um grande reconhecimento da crítica que, em muitos países, não hesitou em saudando-o como um dos melhores condutores de sua geração. José M. Florêncio ocupou o cargo permanente de um condutor do Grande Teatro em Łódź; foi diretor da Ópera Nacional em Wrocław; gerente e diretor artístico da Orquestra e Coro da Rádio e Televisão polaca de Cracóvia; regente da Grande Theatre, em Varsóvia – National Opera; diretor musical do Moniuszko Stanisław Grande Teatro em Poznań e gestão e diretor artístico da Orquestra Filarmônica Szeligowski Tadeusz em Poznań. É também um condutor da “Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo” e assumiu, no início da temporada 2007/2008, a posição de um condutor de gestão da Capella Bydgostiensis da Câmara Polonesa, como parte da Filarmônica Orquestra Pomorska em Bydgoszcz. É um vencedor de inúmeros prêmios, incluindo dois prêmios Zlota Łódka para as melhores peças de teatro do ano: Ernani de Verdi, em 1992, e Cavalleria rusticana de Mascagni, em 1993, no palco do Grande Teatro em Łódź, vencedor do prêmio de melhor condutor dado por críticos de São Paulo e vencedor da Sereia de Ouro `97 prestigiado prêmio da TV GLOBO.

  • O calendário artístico de José M. Florêncio, o Brasileiro-Polaco.

Brasileiro por sua grande contribuição para a criação de uma imagem positiva de sua casa província de Ceará no Brasil e no exterior. O seu portfólio artístico é composto por muitas estreias de obras de música contemporânea, incluindo estreias mundiais de óperas: Electra por Mikis Theodorakis e Olga por um compositor brasileiro, Jorge Antunes, bem como Cantata Holocausto por Marta Ptaszyńska ou performances de estreia da música escrita por compositores de vários países (por exemplo, Polónia, França, Israel, Brasil) dedicados pessoalmente a ele. Ele é também o primeiro músico a ter gravado muitos CDs que compõem a mais recente música de compositores de quase todo o mundo. O último registro contendo a música de compositores franceses como H. Tomasi e Bondon J., recebeu cinco dos chamados “diapasons”, ou seja, o grau mais elevado na indústria fonográfica francesa. O calendário artístico de José M. Florêncio, vai além da colaboração ativa no Grande Teatro de Varsóvia, Orquestra Filarmônica Nacional, Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polaca, Sinfonia Varsovia, bandas filarmónicas e Pomorska todas as orquestras mais importantes do país, inclui convites adição de bandas como Sinfônica de Jerusalém, Israel Symphony Rishon Le Zion, Kammerorchester Berliner, Teatro Colón e algumas outras bandas da França, Turquia, Brasil, China, Japão ou Rússia. Os convites mais recentes e importantes que merecem atenção especial são a permanência do artista no Conservatório de Moscou, onde – como  primeiro maestro da Polônia em mais de 160 anos de história do Conservatório – realizados cursos de mestrado e um concerto de música polaca e do Brasil. Isso define o seu nome entre os personagens mais ilustres, como Sir Georg Solti e Rostropowicz Mścisław.

  • Programas apresentados:
  • Local: Igreja Nossa Senhora da Paz
  • “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “
  • Alberto Nepomuceno (1864-1920)

Suite Antiga Op. 11
Minuetto. Alegro com spirito
Ária. Andante espressivo
Rigaudon. Allegro com brio

  • Romuald Twardowski (1930-)

Concerto Antigo polonês
Allegro marcato
Pomposo
Allegro Giocoso

  • Ottorino Respighi (1879-1936)

Danze e Arie Antiche – Suite nº 3
Italiana
Arie di Corte
Siciliana
Passacaglia

  • Gustav Holst (1874-1934)

Suite São Paulo Op. 29
Jig
Ostinato
Intermezzo
Finale, “O Dargason”.

  • Local:Auditório da Radio MEC
  • “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “
  • Violinista: Maria Fernanda Krug
  • Regência: José Maria Florêncio
  • Alberto Nepomuceno

Suite Antiga, Op. 11
Partes: Prelúdio – Allegro cômodo.
Minuet e II – Alegro com spirito.
Ária – Andante espressivo.
Rigaudon – Allegro com brio.

  • Marlos Nobre

Desafio III, para violino e orquestra de cordas, OP 31. N° 3
Partes: Cadenza: Calmo e rubato.
Desafio: Vivo.

  • Gustav Holst

Suite São Pulo OP. 29 Nº 2
Partes: JIG – Vivace
Ostinato – Presto
Intermezzo – Andante com moto.
Finale – O Dargason. Allegro.

  • WOJCIECH KILAR ORAWA
  • Apresentações da Capella Bydgostiensis Brasil

Grande Auditório do MASP -“Música no MASP Internacional”; Centro de Convenções e Eventos Victor Brecheret -“Concertos Art Invest”;Teatro Erotides de Campos – “III Festival de Música Erudita de Piracicaba”; Teatro Clara Nunes -“Concertos Art Invest”; Igreja Nossa Senhora da Paz – “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “; Auditório da Radio MEC -“Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “

  • Segue ainda para esta semana no Rio de Janeiro.
  • Local: Igreja da Candelária
  • “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “

Data e horário: Dia 1 de agosto, às 18h30
Endereço: Praça Pio X, s/nº – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Tel.:(11) 3266-3645 / 3266-3569
Preço: Gratuito

  • Local: Centro Cult. Oscar Niemayer/Bibl. Leonel Brizola
  • “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “

Data e horário: Dia 2 de agosto, às 19h
Endereço: Pça. Pacificador, s/n- Centro – Duque de Caxias – RJ
Tel.:(11) 3266-3645 / 3266-3569
Preço: Gratuito

  • Local: Teatro Municipal de Nova Friburgo
  • “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “

Data e horário: Dia 3 de agosto, às 20h
Endereço: Praça do Suspiro, Centro – Nova Friburgo – RJ
Tel.:(11) 3266-3645 / 3266-3569
Preço: Gratuito

  • Local: Palácio de Cristal
  • “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “

Data e horário: Dia 4 de agosto, às 20h
Endereço: Rua Alfredo Pachá, s/n – Petrópolis – RJ
Tel.:(11) 3266-3645 / 3266-3569
Preço: Gratuito

  • Local: Igreja de São Francisco Xavier
  • “Concertos Internacionais – Rio de Janeiro “

Data e horário: Dia 5 de agosto, às 16h
Endereço: Rua São Francisco, 75- Rio de Janeiro – RJ
Tel.:(11) 3266-3645 / 3266-3569

Entrevista: Cláudio Barbosa

Assessora: Christina Silver

Texto: Cláudio Barbosa

Imagens: Filharmonia Pomorska

Fotos: Cláudio Barbosa

Fonte: Filharmonia Pomorska

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